A tradição diz que a Guerra Civil Espanhola começou em 1939, só por causa de Franco, dos fascistas e dos falangistas.
A tradição diz que a república espanhola era um regime tolerante, aberto e liberal.
A tradição diz que os republicanos eram muito melhores do que os nacionalistas.
A tradição já não é o que era.
quinta-feira, março 10, 2005
quarta-feira, março 09, 2005
Blitzkrieg IX
Convirá lembrar, a propósito dos bombardeamentos da Alemanha, o tremendo preço que os norte-americanos pagaram por uma opção que os britânicos já sabiam, há muito, que era suicida - os ataques diurnos.
"Bomber" Harris e os seus colaboradores perceberam muito cedo na guerra que mandar Lancasters e Wellingtons para a Alemanha, durante o dia, e sem cobertura de caças, era convidar a desgraça. O que os Messerschmit e os Fock Wulf não destruíam, logo a fortíssima DCA alemã se encarregava de eliminar. Como o Parca escreveu no post anterior, as perdas atingiam níveis assombrosos. Não eram invulgares os raides em que 70 ou 80% dos aviões não regressavam à base. Dos que o conseguiam fazer, muitos vinham com enormes danos e boa parte da tripulação, senão toda, ferida ou morta. Frequentemente as equipas de terra tinham de usar baldes para tirar o sangue acumulado dentro dos bombardeiros.
Os americanos tentaram contrabalançar a falta de cobertura aérea com o conceito da fortaleza voadora - quadrimotores gigantescos, de que o B-29 foi apenas o último exemplo, carregados de metralhadoras para auto-defesa. É claro que isto apenas resultou parcialmente. Ter 15 ou 20 metralhadoras de calibre .50 a cobrir todos os ângulos de ataque certamente dificultava a vida aos pilotos da Luftwaffe, mas em última análise o caça tinha sempre a vantagem derradeira - a velocidade.
Não podemos esquecer que os últimos modelos do Fock Wulf 190, o grande terror dos bombardeiros, atingiam já velocidades de ponta superiores a 700 Km/h. Isto transformava qualquer B-17 ou B-24 num alvo praticamente estático, tanto mais que os aviões voavam em formações cerradas que não permitiam grandes manobras de evasão. Mesmo no poder de fogo, a certa altura a balança começou a pender para o lado dos caças: quer os últimos Fock Wulf, quer os Messerschmit 262, já tinham 4 canhões de 20 mm, que faziam estragos verdadeiramente terríveis nos alvos.
Apesar de todas estas enormes desvantagens, os norte-americanos persistiram na doutrina do ataque diurno. A razão para isto era simples: precisão.
Enquanto "Bomber" Harris se rendia à doutrina do bombardeamento de saturação, em que o que se atingia não era assim tão importante quanto isso (e a sua reputação, depois da guerra, pagou bem caro por causa disso), os norte-americanos continuavam a teimar em destruir alvos militarmente relevantes, como fábricas e vias de comunicação. Para fazer isso, face à tecnologia da época, a única hipótese era atacar de dia.
Daí que o número de baixas entre os aviadores tenha sido desproporcionalmente grande face ao total das baixas dos Estados Unidos no teatro de operações europeu. A situação só começou a melhorar (e de que maneira!) com a introdução de uma das máquinas de guerra mais eficientes da 2ª Guerra Mundial - o P-51 Mustang.
Este foi o primeiro caça de longo alcance ao dispôr dos Aliados - e que caça!
Bem armado, capaz de ultrapassar os 700 Km/h, com uma manobrabilidade excepcional e um raio de acção que lhe permitia ir à Alemanha e voltar sem problemas de combustível, o P-51 foi a resposta a todas as preces dos tripulantes das fortalezas voadoras. Tivesse ele ainda chegado em 1943, e certamente a 8ª Força Aérea nunca teria sido massacrada como foi.
"Bomber" Harris e os seus colaboradores perceberam muito cedo na guerra que mandar Lancasters e Wellingtons para a Alemanha, durante o dia, e sem cobertura de caças, era convidar a desgraça. O que os Messerschmit e os Fock Wulf não destruíam, logo a fortíssima DCA alemã se encarregava de eliminar. Como o Parca escreveu no post anterior, as perdas atingiam níveis assombrosos. Não eram invulgares os raides em que 70 ou 80% dos aviões não regressavam à base. Dos que o conseguiam fazer, muitos vinham com enormes danos e boa parte da tripulação, senão toda, ferida ou morta. Frequentemente as equipas de terra tinham de usar baldes para tirar o sangue acumulado dentro dos bombardeiros.
Os americanos tentaram contrabalançar a falta de cobertura aérea com o conceito da fortaleza voadora - quadrimotores gigantescos, de que o B-29 foi apenas o último exemplo, carregados de metralhadoras para auto-defesa. É claro que isto apenas resultou parcialmente. Ter 15 ou 20 metralhadoras de calibre .50 a cobrir todos os ângulos de ataque certamente dificultava a vida aos pilotos da Luftwaffe, mas em última análise o caça tinha sempre a vantagem derradeira - a velocidade.
Não podemos esquecer que os últimos modelos do Fock Wulf 190, o grande terror dos bombardeiros, atingiam já velocidades de ponta superiores a 700 Km/h. Isto transformava qualquer B-17 ou B-24 num alvo praticamente estático, tanto mais que os aviões voavam em formações cerradas que não permitiam grandes manobras de evasão. Mesmo no poder de fogo, a certa altura a balança começou a pender para o lado dos caças: quer os últimos Fock Wulf, quer os Messerschmit 262, já tinham 4 canhões de 20 mm, que faziam estragos verdadeiramente terríveis nos alvos.
Apesar de todas estas enormes desvantagens, os norte-americanos persistiram na doutrina do ataque diurno. A razão para isto era simples: precisão.
Enquanto "Bomber" Harris se rendia à doutrina do bombardeamento de saturação, em que o que se atingia não era assim tão importante quanto isso (e a sua reputação, depois da guerra, pagou bem caro por causa disso), os norte-americanos continuavam a teimar em destruir alvos militarmente relevantes, como fábricas e vias de comunicação. Para fazer isso, face à tecnologia da época, a única hipótese era atacar de dia.
Daí que o número de baixas entre os aviadores tenha sido desproporcionalmente grande face ao total das baixas dos Estados Unidos no teatro de operações europeu. A situação só começou a melhorar (e de que maneira!) com a introdução de uma das máquinas de guerra mais eficientes da 2ª Guerra Mundial - o P-51 Mustang.
Este foi o primeiro caça de longo alcance ao dispôr dos Aliados - e que caça!
Bem armado, capaz de ultrapassar os 700 Km/h, com uma manobrabilidade excepcional e um raio de acção que lhe permitia ir à Alemanha e voltar sem problemas de combustível, o P-51 foi a resposta a todas as preces dos tripulantes das fortalezas voadoras. Tivesse ele ainda chegado em 1943, e certamente a 8ª Força Aérea nunca teria sido massacrada como foi.
Blitzkrieg-VIII
Sobre a guerra aérea, para quem tenha acompanhado as mais recentes pesquisas não há nada de novo no livro. Durante anos criticou-se Hitler por não ter construído bombardeiros quadrimotores que lhe permitissem bombardear as fábricas inglesas e derrota-la. Ora isso é ignorar vários factores: em 1940 a Alemanha não tinha ferro, tempo ou capacidade industrial de construir bombardeiros médios para ataque de forças inimigas e simultaneamente os grandes bombardeiros quadrimotores. E depois, como conseguir que eles passassem pelas defesas inglesas (os caças alemães não tinham um alcance considerável para lhes servir de protecção)? Aliás, toda a batalha de Inglaterra é vista como um desperdício de recursos: se a força aérea alemã não conseguiu impedir Dunkerque, como conquistar um país? E o blitz só serviu para fortalecer o ânimo da população sem fazer um beliscão à indústria inglesa.
Curiosamente, quando os papéis se inverteram, os britânicos nada aprenderam. Lançaram vagas de bombardeiros utilizando a princípio como critério de sucesso num objectivo, acertar num raio de 8Km (é como se alguém quisesse acertar no Porto na estação de S. Bento, deixasse cair as bombas na Boavista e dissesse que tinha cumprido a missão). Churchill quando soube, ficou furioso, e exigiu critérios mais rigorosos. Construíram-se novos bombardeiros (os Lancaster), receberam-se outros dos americanos (B-17), e lá se começou a acertar. A partir de 1943 os bombardeamentos intensificaram-se. Os objectivos prioritários eram as fábricas e instalações militares. Mas embora as bombas caíssem, a produção alemã (graças às medidas de Speer), aumentou. Existe uma história curiosa: um complexo industrial que produzia uns rolamentos fundamentais para os tanques foi atacado por mais de um milhar de bombardeiros; cerca de 10% da produção foi afectada. Speer, garantiu depois da guerra, que se os ataques se tivessem sucedido sem paragem, a produção alemã de tanques seria paralisada. O que ele ignorava, é que esse ataque cuidadosamente planeado com as tripulações mais experientes, viu um terço dos aviões ser abatidos, mais os que ficaram maltratados. Mais alguns ataques assim, e deixaria de existir força de bombardeiros aliados funcional, antes mesmo de se paralisar as fábricas (as perdas dos bombardeiros durante a guerra podem-se considerar terríveis: mais de 21000 aviões abatidos). Decidiu-se utilizar simultaneamente uma estratégia de terror e bombardear as populações civis para minar a moral (o único resultado foi dar trabalho a multidões de portugueses e turcos no pós-guerra), com resultado nulo. Depois da guerra, observadores consideraram que dado que a produção alemã sofreu um colapso em finais de 1944, isto devia-se aos bombardeamentos, ignorando talvez, que a perda de territórios que produziam as matérias-primas essenciais ao esforço de guerra (petróleo, álcool, ferro, níquel, etc) podiam ser uma excelente explicação alternativa. Isto tudo, porque os estados-maiores da aviação agarravam-se às teorias que tinham aprendido de que os ataques vindos do ar seriam imparáveis e destruiriam completamente as forças vivas do inimigo.
Curiosamente, quando os papéis se inverteram, os britânicos nada aprenderam. Lançaram vagas de bombardeiros utilizando a princípio como critério de sucesso num objectivo, acertar num raio de 8Km (é como se alguém quisesse acertar no Porto na estação de S. Bento, deixasse cair as bombas na Boavista e dissesse que tinha cumprido a missão). Churchill quando soube, ficou furioso, e exigiu critérios mais rigorosos. Construíram-se novos bombardeiros (os Lancaster), receberam-se outros dos americanos (B-17), e lá se começou a acertar. A partir de 1943 os bombardeamentos intensificaram-se. Os objectivos prioritários eram as fábricas e instalações militares. Mas embora as bombas caíssem, a produção alemã (graças às medidas de Speer), aumentou. Existe uma história curiosa: um complexo industrial que produzia uns rolamentos fundamentais para os tanques foi atacado por mais de um milhar de bombardeiros; cerca de 10% da produção foi afectada. Speer, garantiu depois da guerra, que se os ataques se tivessem sucedido sem paragem, a produção alemã de tanques seria paralisada. O que ele ignorava, é que esse ataque cuidadosamente planeado com as tripulações mais experientes, viu um terço dos aviões ser abatidos, mais os que ficaram maltratados. Mais alguns ataques assim, e deixaria de existir força de bombardeiros aliados funcional, antes mesmo de se paralisar as fábricas (as perdas dos bombardeiros durante a guerra podem-se considerar terríveis: mais de 21000 aviões abatidos). Decidiu-se utilizar simultaneamente uma estratégia de terror e bombardear as populações civis para minar a moral (o único resultado foi dar trabalho a multidões de portugueses e turcos no pós-guerra), com resultado nulo. Depois da guerra, observadores consideraram que dado que a produção alemã sofreu um colapso em finais de 1944, isto devia-se aos bombardeamentos, ignorando talvez, que a perda de territórios que produziam as matérias-primas essenciais ao esforço de guerra (petróleo, álcool, ferro, níquel, etc) podiam ser uma excelente explicação alternativa. Isto tudo, porque os estados-maiores da aviação agarravam-se às teorias que tinham aprendido de que os ataques vindos do ar seriam imparáveis e destruiriam completamente as forças vivas do inimigo.
terça-feira, março 08, 2005
Caravaggio
Há uns anos atrás fiz uma viagem a Itália. Numa igreja em Roma (seria S.Luís dos Franceses? Não me recordo), junto a um altar estava um quadro de Caravaggio de que não conseguia ver nada por estar muito escuro; compreendi que teria de introduzir uma moeda (de não sei quantas liras) numa ranhura para se acender uma luz e poder ver o quadro. A luz deve ter estado ligada uns 20 segundos mas pareceram-me uns 5. Li hoje que foi feita uma exposição de quadros desse autor; para me vingar, aqui vai um link com quadros seus em que o leitor nada terá de pagar: http://www.artchive.com/artchive/C/caravaggio.html#images
sexta-feira, março 04, 2005
Blitzkrieg-VII
Sobre a frente de Leste o autor pouco fala. Refere a superior qualidade dos tanques soviéticos em relação aos alemães no princípio da guerra, que tinham menor calibre e blindagem, maior altura (o que os tornava um alvo atraente). E mesmo os tanques alemães seguintes (como o pantera) que são considerados excelentes, tinham muitos defeitos: maior altura, problemas mecânicos, dificuldades de produção, o que levava a que fossem construídos em números irisórios por comparação aos soviéticos ou norte-americanos; assim, estatisticamente, embora um tanque alemão pudesse destruir 3 ou 4 tanques inimigos em média, teria de enfrentar um número muito superior, o que redondava em vantagem do inimigo, apesar de perdas graves (claro que as tripulações dos tanques poderiam ter outra opinião...). Desenvolve muito a temática dos anti-tanques auto-propulsionados, mas não percebi muito bem onde queria chegar: de facto, excepto pelo facto do canhão ser imóvel, em tudo podem-se considerar tanques e não percebo porque ele lhes dá tanta importância.
Para a frente italiana, o autor considera que a operação foi um desastre para os aliados. Demoraram um mês para conquistar a Sicília com um milhão de homens contra 60.000 do eixo, que conseguiram retirar 50.000. Todo o plano de Churchill fazia sentido, na medida em que de acordo com o paradigma da época, quem tivesse superioridade aérea esmagava o inimigo. O problema é que a realidade é mais dura, e se os aviões ajudam, quem decide são os soldados no terreno e o seu número (não é um capítulo muito inspirado).
Para a frente italiana, o autor considera que a operação foi um desastre para os aliados. Demoraram um mês para conquistar a Sicília com um milhão de homens contra 60.000 do eixo, que conseguiram retirar 50.000. Todo o plano de Churchill fazia sentido, na medida em que de acordo com o paradigma da época, quem tivesse superioridade aérea esmagava o inimigo. O problema é que a realidade é mais dura, e se os aviões ajudam, quem decide são os soldados no terreno e o seu número (não é um capítulo muito inspirado).
quinta-feira, março 03, 2005
Ikko-Ikki
As guerras no Japão feudal eram bastante diferentes das europeias. Nestas, saqueavam-se e destruíam-se aldeias, massacravam-se camponeses, violavam-se camponesas, etc. No Japão, não. Os camponeses eram ignorados, passando os exércitos sem os molestar. Com um pequeno problema: impostos. Os senhores chegavam a cobrar mais de 50% da colheita, em troca de nada. Para além dos camponeses, um outro grupo era taxado, os Ji-samurais; eram samurais que viviam do cultivo de terras e que trabalhavam nelas, só raramente combatendo, tornando-se muito próximos dos camponeses, por oposição aos samurais que viviam com os senhores e que apenas combatiam. Para se protegerem, em meados do séc. XV, acabaram por formar associações (camponeses e samurais) chamadas Ikki, que se revoltavam e lutavam com sucesso, dado que tinham um núcleo de soldados profissionais e hordas de camponeses. Isto foi simultâneo com o enfraquecimento dos Shoguns Ashikaga: estes limitavam-se a viver retirados dedicando-se à poesia e artes ignorando a política e deixando os Daymos resolver pela guerra privada os seus assuntos. Entretanto, os Ikki, acabaram por se juntar ao Ikko, uma seita de monges budistas que em vez de tentar obter o apoio da aristocracia, estabelecera relações com a população comum. Estava criado o movimento Ikko-Ikki. Ora os monges eram uma força também considerável do ponto de vista militar, dado que embora não usassem armadura, tinham um excelente treino. Conseguiram obter o controle de várias províncias expulsando os seus senhores. Não tendo de manter senhores ou exércitos profissionais, liderados por monges que também não dependiam de impostos, conseguiram manter-se por um século até serem derrotados em várias campanhas por um dos grandes senhores da guerra do séc. XVI (Oda Nobunaga), com a derrota final em 1563. Se por um lado não tinham de enfrentar revoltas internas, por outro lado, os diferentes exércitos de várias províncias raramente se apoiavam mutuamente.
quarta-feira, março 02, 2005
Os senhores da guerra
Os assírios eram um povo de origem semita, cujo nome derivava do seu deus nacional (Assur). Começaram no III milénio por ser comerciantes, com feitorias por todo o próximo oriente. Depois de uma série de guerras e transformações políticas, militarizaram-se, centralizaram o poder régio e tornaram-se o terror do médio oriente. Se os números dos seus exércitos parecem exagerados (mais de uma centena de milhar de homens), beneficiavam de 2 importantes vantagens: o uso de armas de ferro e os cavalos (montados ou usados para puxar carros). Nos sécs. IX, VIII (A.C.) estão no zénite do seu poder: conquistam império que vai do Egipto até ao actual Irão. Mas pagam um preço: os povos estão constantemente em revolta, obrigando a guerras renovadas; mesmo os seus aliados atraiçoam-nos na primeira oportunidade. Respondem com uma brutalidade crescente: deportam populações (Israel), exterminam países (Elão), dão provas de uma crueldade excepcional (esfolam, empalam, etc). O seu método de sucessão no poder é muito simples: os vários filhos do rei defunto entram em guerra civil e o mais competente vence (e normalmente eram todos bastante bons). Não há assim reis indolentes, pois são educados para a guerra desde tenra idade; são também cultos, construindo bibliotecas e monumentos à glória do seu império. Nos princípios do séc. VII continuam em guerra, sozinhos contra todos os povos dos seus domínios (Egipto, Medos, Elamitas, Babilónios, etc), vencendo, e reocupando esses estados (quando comparamos como quão pacíficos foram os domínios aqueménidas e seleucidas apreciamos melhor a diferença). No final do séc. VII depois de mais uma guerra civil estão na defensiva, as suas cidades são conquistadas e arrasadas. Em 612, a sua última capital (Ninive) é destruída: os restos do seu exército e rei morrem na cidade em chamas. As populações são massacradas ou deportadas, pois ninguém quer arriscar um renascimento assírio. De facto, este velho povo era definitivamente aniquilado.
O que mais espanta é mesmo a "modernidade" de várias concepções suas. Faziam guerras de extermínio, utilizavam a propaganda, assimilavam-se ao bem, enquanto que os restantes povos representavam o mal. Utilizavam um exército nacional e permanente que fosse fiel ao país (embora para o fim fossem forçados a recorrer a mercenários).
O que mais espanta é mesmo a "modernidade" de várias concepções suas. Faziam guerras de extermínio, utilizavam a propaganda, assimilavam-se ao bem, enquanto que os restantes povos representavam o mal. Utilizavam um exército nacional e permanente que fosse fiel ao país (embora para o fim fossem forçados a recorrer a mercenários).
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